<font color=0093dd>Evocação dos heróis de 31 de Janeiro</font>
A CDU homenageou, recentemente, os heróis do 31 de Janeiro. Ao cimo da rua com o mesmo nome, o escritor Viale Moutinho, candidato independente pela lista da CDU, pelo distrito do Porto, proferiu uma alocução em que recordou que naquele mesmo local, durante os anos da ditadura, o povo do Porto enfrentou a repressão fascista.
Durante o encontro, Viale Moutinho lembrou a importância do 31 de Janeiro, revolta que abalou a monarquia, protagonizada por sargentos e oficiais de baixa patente e que contou com o enorme apoio popular, o que muito contribuiu para «estabelecer um clima de confiança de salvação nacional através da República».
Grandes figuras políticas do Porto, como Virgínia Moura, Armando Castro e Cal Brandão sempre se associaram às grandes jornadas unitárias de evocação do exemplo dos heróis do 31 de Janeiro e do significado perene do seu gesto.
Na sua intervenção, o candidato da CDU, em referência ao actual momento político, recordou um apelo ao voto do escritor Camilo Castelo Branco: «Lembraremos ao povo que da sua iniciativa pende o bom uso da urna; a indiferença, no momento em que sobejam causas para despertar o zelo dos votantes, é um crime».
«Para pôr termo à alternância entre PS e PSD e levar por diante um projecto nacional de esquerda, o caminho nunca pode ser a abstenção, mas o voto, e o voto na CDU», terminou Viale Moutinho.
Durante o encontro, Viale Moutinho lembrou a importância do 31 de Janeiro, revolta que abalou a monarquia, protagonizada por sargentos e oficiais de baixa patente e que contou com o enorme apoio popular, o que muito contribuiu para «estabelecer um clima de confiança de salvação nacional através da República».
Grandes figuras políticas do Porto, como Virgínia Moura, Armando Castro e Cal Brandão sempre se associaram às grandes jornadas unitárias de evocação do exemplo dos heróis do 31 de Janeiro e do significado perene do seu gesto.
Na sua intervenção, o candidato da CDU, em referência ao actual momento político, recordou um apelo ao voto do escritor Camilo Castelo Branco: «Lembraremos ao povo que da sua iniciativa pende o bom uso da urna; a indiferença, no momento em que sobejam causas para despertar o zelo dos votantes, é um crime».
«Para pôr termo à alternância entre PS e PSD e levar por diante um projecto nacional de esquerda, o caminho nunca pode ser a abstenção, mas o voto, e o voto na CDU», terminou Viale Moutinho.